Wednesday, June 19, 2013

Adeus a Sema Lopi

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1941 - 2013
"Corpu di txon alma di Deus"

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Friday, June 14, 2013

Prof. Jetro da Silva inicia as aulas na Casa da Música

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História, Cultura, Músicas, Formas, Percepção, Articulações, Linguagem, Vocabulário, Sintaxe, e Modos.
Assim começa o primeiro dia de interacção com o Professor Jetro da Silva.

Músicos e interessados da cidade não percam. Não percam mesmo. Isto é prenda de Natal, vai valer a pena!

>>Workshop Professores de Música: Dias 13,14,17 e 19 de Junho, das 15h00 às 16h30

>>Trabalho com alunos do CESP: De 13 a 25 de Junho das 17h00 às 19h00

>>Masterclass com músicos locais: Dias 14,17,19 e 24 de Junho, das 19h00 ás 21h00.

Informações em http://musicasnaunicv.wordpress.com/2013/06/12/missao-do-professor-jetro-da-silva-a-uni-cv/


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Thursday, June 13, 2013

Yes, Professor Jetro da Silva is Back!

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Uma iniciativa supra nacional, supra partidária, supra institucional, supra individual e que contou com o envolvimento convergente de Harold Tavares, Lucia Cardoso, o Reitor da Uni-CV, o Ministro da Cultura e várias outras pessoas que positivamente torceram, trouxe de volta a Cabo Verde o Professor Jetro da Silva, da Berklee School of Music, para a realização de vários workshops na Casa da Música.

Uma oportunidade rara e especial para todos nós. Mas sobretudo uma realização pela amizade, pela música e pela educação.

Mais informação em http://musicasnaunicv.wordpress.com/2013/06/12/missao-do-professor-jetro-da-silva-a-uni-cv/

Conheça o trabalho do Professor Jetro da Silva.




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Crónica de uma quinta!

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Bem em frente desta cor existe um atendimento medonho, uma alma triste, sem vida e quase uma obrigação para lá estar. Assustador.

Será que a pessoa se deu conta desta view? Afinal, diz-se que vermelho é vida!
Deixava um convite. Venha para o Coral da Lúcia. Canta para a tua alma triste. Pela vida...

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Wednesday, June 05, 2013

Mayra - Lovely Difficult contribui para o debate!

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Novo single chama-se “We used to call it love” e chega hoje ás rádios. Novo álbum, o 4º de originais intítulado “Lovely Difficult”, chegará em setembro.

Mayra Andrade é lovely – adorável, generosa e radiante. A sua voz baseada nas suas raízes, distinta, poética e tropical, foi imediatamente descrita há uns anos atrás como reflectindo "outro Cabo Verde” – a sonoridade de uma Cesária Évora, libertada das voltas do destino e da pátina da tradição.

Com lançamento agendado para breve, Lovely Difficult é o quarto álbum desta cantora de 28 anos, que afirma que a sua vida e objectivos não são tão simples como se poderia pensar. Não se trata de uma artista neo-tradicional. Pode ser adorável mas é também firme, arrojada e determinada. Adorável, mas um espírito livre tanto na sua música como na sua vida. O título do álbum, Lovely Difficult, é a alcunha que o seu parceiro lhe deu.

A voz de Mayra é uma mistura de tons radiantes, dançantes, batidas aveludadas e melodias apimentadas. A sua voz está subtilmente “temperada” com pimento, como se a Europa da pop sempre tivesse sido um arquipélago tropical. As canções invocam um Verão eterno que dispersa névoas e arrepios, mas que nunca recorre ao brilho falso do exotismo. Cantadas em crioulo cabo-verdiano, inglês e português, as canções transportam-nos na sua imprevisibilidade quente e aventureira. A sonoridade pop de Mayra abrange o mundo inteiro, desde o romantismo ocidental até à sensualidade do sul, o reggae tradicional e música africana. Trata-se de uma pop tropical e viajada. O seu objectivo consistia simplesmente em fazer música que reflectisse a sua vida. E a sua vida tem sido muito colorida. O seu pai lutou na guerra da independência, uma luta apoiada por Cuba. Com havia receio pela saúde da mãe durante a gravidez, a mesma fugiu para ter a sua filha num "país irmão".

Como tal, Mayra nasceu em Havana e adquiriu a nacionalidade cubana. A cantora passou o início da sua infância na cidade da Praia, em Cabo Verde. Depois, aos 6 anos de idade, viajou com a sua mãe e padrasto (diplomata) para o Senegal, Angola e Alemanha. Quando regressou a Cabo Verde aos 14 anos de idade, começou a cantar e ganhou uma medalha de outro no concurso dos Jogos da Francofonia em 2001, em Otava. Cesária Évora tornou mundialmente famosos o país (“Cabo Verde – não é um cabo e não é verde”, como descreveu maravilhosamente Véronique Mortaigne do jornal Le Monde) e as batidas mulatas da ilha de São Vicente: a morna e a coladera.

Mayra Andrade é da ilha de Santiago, onde os estilos musicais têm mais percussão e são mais ritmados e africanos – o funaná e o batuque eram mal vistos pela elite colonial e, como tal, nunca foram exportados. Mayra é apaixonada por estes ritmos. A sua primeira decisão como cantora foi o facto de adiar a gravação. Actuou muito em palco mas permanecia afastada do estúdio. Certo dia, disse algo a Orlando Pantera, o artista mais inovador e independente do arquipélago na altura. “Não sei o que fazer com a minha música. Gostaria de fazer algo diferente.” “Então, minha querida, pára de procurar, tens a resposta contigo. Faz algo de diferente!” A cantora permaneceu determinada em conquistar essa diferença, mas acabou por perder Pantera, que adoeceu e faleceu aos 33 anos de idade quando ia começar a gravar o primeiro álbum de Mayra Andrade. (nota minha ***há um lapso aqui.)

Em 2006, a cantora finalmente lançou o seu primeiro álbum - intitulado Navega, uma produção marcada pelas suas raízes e gravada acusticamente a um ritmo de três canções por dia. A cantora descreve o seu segundo disco, “Stória, Stória…”, como “um álbum de princesa”. Foi gravado em Paris, Brasil e Cuba, e andou em digressão com oito músicos para apresentar as suas músicas. Em seguida, gravou três concertos para a rádio FIP. Tais gravações serviram de base ao álbum seguinte, Studio 105. “Depois dessa altura, decidi que queria fazer um álbum mais pop.” A cantora admite claramente que Lovely Difficult é um paradoxo.Trata-se de um álbum mais diversificado e pessoal. Sou uma mulher do meu tempo, afectada por inúmeras influências. Nunca compus ou cantei tanto e em tantos idiomas.”

Sim, Mayra Andrade fala e escreve “em quatro idiomas e meio” – crioulo cabo-verdiano, português, castelhano, francês e inglês (o meio). Pertence a uma geração fortemente ligada à sua identidade cabo-verdiana. Agora, chegou a altura de alargar os horizontes. Existem duas vezes mais cidadãos cabo-verdianos no estrangeiro do que no país de origem. Esta diáspora torna a pequena nação numa das mais cultural e intelectualmente dinâmicas em África. “Mas Cabo Verde ainda não acolheu a modernidade como outros países. Somos um pouco como o Brasil era na época do samba e da bossa nova.” Mayra quis que o álbum fosse revolucionário mas simultaneamente acessível, pop e arrojado, eclético e pessoal. A cantora admite: “não gosto de discos que parecem uma salada de legumes. Seria uma humilhação fazer um disco que soasse a uma compilação de idiomas e estilos.” Lovely Difficult é exactamente o oposto. Exibe independência e individualidade que nada ligam aos limites estilísticos e linguísticos. Desta vez, a cantora colaborou com artistas de origens muito distintas: Yael Naim e David Donatien, Piers Faccini, Tété, Benjamin Biolay, Hugh Coltman, Krystle Warren, Pascal Danae, Mario Lucio Sousa, entre outros. Cada um destes temas fala sobre o amor - “à excepção de Rosa, que fala sobre solidão.”

Mike “Prince Fatty” Pelanconi (que trabalhou com nomes como Lily Allen, Graham Coxon, etc.) produziu o álbum em Brighton, tendo conquistado verdadeiros milagres em termos de equilíbrio. Ele nunca tinha gravado um disco de world music e a cantora nunca tinha cantado música pop. Mayra descreve a colaboração como “o encontro de dois iletrados sensíveis com apenas as suas antenas e instintos a guiá-los.” A cantora gosta de pensar que o seu álbum transmite o mesmo sentido de aventura que se pode encontrar na obra de Caetano Veloso. “Porque não deixarmo-nos crescer, mudar e avançar? Porque não deixar o público habituado a esperar o inesperado?” Sim, totalmente adorável e honestamente difícil.

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Friday, May 31, 2013

Um post pela Música Popular Caboverdiana - 2

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"Meu Caro Angelo: sem Os festivals de Musica Universitários não haveria o rotulo " Musica popular Brasileira". 1967 e um exemplo!!! Ou o festival da cancao!!! Ou programas como o do Falecido Flavio Cavalcanti Na antiga TV Tupi. Ja fui". - Jetro Da Silva, Professor na Berklee School of Music, EUA.


"Na prática social, percepções objetivas, como língua, sotaque, música, são objeto de representações mentais, i.e. atos de percepção e apreciação de conhecimento e reconhecimento onde os agentes investem sues interesses e pressupostos..." - Elizabeth Lucas - Etnomusicologa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em "Wonderland Musical: Notas sobre as Representações da Música Brasileira na Mídia Americana" (http://www.sibetrans.com/trans/a282/wonderland-musical-notas-sobre-as-representaes-da-musica-brasileira-na-midia-americana)


“Se existe um homem novo em Cabo Verde, é natural que com ele surja uma nova música. E eu creio que essa nova música será menos lamentosa, menos contemplativa ou passiva” (FERREIRA, 1986)". Vlú Ferreira.

Citado em "Tradição versus inovação na música em Cabo Verde: luta de gerações, espaços ou ideias? - Gláucia Nogueira"


"Não sei se é justo dizer que as suas composições não são músicas de Cabo Verde. Podem não ser músicas tradicionais, mas não deixam de ser músicas de Cabo Verde, de fato com alguma influência [...]. Para mim, a música que eles fazem é de Cabo Verde, à semelhança da morna e da coladeira, que também sofreram a influência num passado recente da música brasileira e das Antilhas (GARCIA, 1998, p. 23)." Ney Fernandes.

Citado em "Tradição versus inovação na música em Cabo Verde: luta de gerações, espaços ou ideias? - Gláucia Nogueira"



"Tras di Son é o primeiro disco de Ângelo Barbosa -Djinho - lançado recentemente na Cidade da Praia. Um trabalho diferenciado pela ousadia, e pela especificidade de produção – juntou 35 músicos de diferentes feições e gerações. Uma provocação há muito engendrada pelo artista que foi fundador do grupo “Abel Djassi”, membro do grupo “Finason” e mais recentemente do “Quarteto em Si”. Djinho pertence àquela geração de artistas dos anos 80, que deu alma e alento à profunda música cabo-verdiana, cuja evolução hoje vivenciamos.

Ouvi o disco numa manhã dessas. Pareceu-me sons de reencontros e de descobertas. Ou mesmo, um desafio às potencialidade artísticas e rítmicas das ilhas… uma síntese da diversidade, não apenas endógena. Tras di Son para ouvir e apreciar mercê da sua pluralidade rítmica e de estilos! Um tributo à universalidade da música cabo-verdiana." - Margarida Fontes: Texto no Blog



“Estou à procura de fazer arte e não de restringir a minha música à música de Cabo Verde, o que seria uma limitação como artista e músico”. (Hernani Almeida)

Citado em "Tradição versus inovação na música em Cabo Verde: luta de gerações, espaços ou ideias? - Gláucia Nogueira"


"É errado estarmos a pensar somente em tradicionalismos, em música tradicional, com a forma tão saudosista e agarrada [...] A música não é o todo cabo-verdiano, a eterna cadência perfeita, o canto de amor, mas sim algo mais livre, mais trabalhado, mais universal.

É a minha necessidade interior e a necessidade interior da juventude, com a sua tendência para a música dita estrangeira, que lhes fala mais diretamente ao seu estado de procura, sinônimo deste século, ao estado febril de descoberta dos seus próprios impulsos, e isso não é alienação.

É sim o produto de toda uma necessidade espiritual, que a cultura musical cabo-verdiana, por ser notavelmente tradicional, não possui, e que possuirá só com o trabalho livre e interior do compositor, do músico que anseia outras vivências técnicas, ou o influxo da própria alma".

(Vasco MARTINS, 1980) - Citado em "Tradição versus inovação na música em Cabo Verde: luta de gerações, espaços ou ideias? - Gláucia Nogueira"



"De uns tempos a esta parte certos praticantes nossos das músicas situam-se numa espécie de fronteira que os facilita estar num lado e noutro sem se sentirem furtivos, importando, aplicando e disseminando por opção própria o gosto por uma forma de música que se diz “alternativa” no quadro da “aculturação global” também, alternativa às culturas nativas.
Lembrança e memória o mesmo que histórias guardadas na tradição do povo, cuja remoção parcial ou total implica a sua extinção.
Será que corremos este risco?" - Kaká Barbosa



"É interessante referir por outro lado que em Cabo Verde não há uma designação – como no Brasil tem-se o rótulo de Música Popular Brasileira (MPB) – para indicar uma música urbana, contemporânea, mas com raízes na música tradicional. 

Um conjunto de músicas com essas características existe: encaixam-se aí a morna e a coladeira, ambas com várias influências recebidas ao longo do século XX; o funaná, na sua versão elétrica após a independência; o batuku, na sua versão urbana pós-2000.

Contudo, o senso comum, seja na mídia ou nas palavras dos próprios artistas, distingue simplesmente tradicional de moderno. Por outro lado, muitas vezes a palavra “folclore” aparece a designar a música popular, e não na acepção de algo cristalizado, que se tornou folclore ao deixar de ser vivenciado de forma dinâmica."

Gláucia Nogueira em "Tradição versus inovação na música em Cabo Verde: luta de gerações, espaços ou ideias?"

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Um post pela Música Popular Caboverdiana - 1

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Ontem participei no Programa Conversa em Dia, com Batchart Nyabinghi e Nish Wadada. 

Algumas notas:

Antes de mais, agradeço sempre à Margarida por abrir espaço para se falar de música e de seus aspectos relevantes em Cabo Verde. Sou convicto que neste "país de música", toca-se mais do que se procura entender sobre quem toca e o que se toca a cada instante.

1. Depois destes programas fica-se sempre com a sensação que não se aprofunda o tema, pois num unico round de respostas e pelo tempo não se consegue. Mas claro, estamos na TV e há sempre a limitação do tempo

2. Acho que fica-se por alguma superficialidade porque há de facto pouca interacção entre aqueles participam. Normalmente, cada participante responde àquilo que lhe é perguntado. Talvez, os convidados têm que "aprender" a debater mesmo e a jornalista tem que "provocar" isto também.

3. O que pessoalmente gostaria que ficasse como contribuição e talvez não consegui, é que para além das minhas opiniões, existe já um trabalho sistematizado sobre aspectos da cultura e da música em Cabo Verde. Agentes, músicos, imprensa e todos aqueles que se interessam por esta àrea de conhecimento devem a meu ver consumir. Para se evitar, quem sabe discussões muitas vezes fundadas no "achismo" sobre pioneirismos, influências na música, aspectos de história e etc.

Deixo aqui alguns links, que fazem parte do menu DivulgaSon meu Blog sondisantiagu.blogspot.com/ caso interessar:

1. Batuko, Património Imaterial de Cabo Verde. Percurso Histórico-Musical - Gláucia Nogueira, 2010.

2. Campo Musical Cabo-verdiano na área metropolitana de Lisboa: Protoganistas, Identidades e Música Migrante - César Monteiro, 2009

3. Kola San Jon, Música, Dança e Identidades Cabo-Verdianas - Ana Flávia Miguel
Creolization and Contemporary Pop Iconicity in Cape Verde - Edward Akintola

4. Quatro Estudos de Caso sobre a música e a identidade em Portugal, Cabo Verde, Moçambique e Brasil - Ana Flávia Miguel, Isabel Castro, Flávia Duarte Lanna e Alexander Duarte

5. A música Caboverdiana e seus olhares sobre a emigração - Juliana Braz Dias
A Origem da Morna e a originalidade Caboverdiana - Juliana Braz Dias

6. Reclaiming "Roots" for Cape Verde - Representations of Tabanka Festivals as sites of Cultural Contestation - Christina McMahon

7. Dancing at the Crossroads - Batuko, Community and Female Empowerment in Cape Verde West Africa - Sara Stranovsky

8. Cabo Verde / Brasil: Relações interculturais entre margens da língua e da literatura - Fátima Fernandes - Uni-CV

9. Reworking the Santiago Sound: A Cultural History of Badius Roots Music in Cape Verdean Diaspora - Susan Hurley-Glowa

10. Journey of a Badiu:The Story of Cape Verdean-American Musician Norberto Tavares

11. Text by Marlon Bishop

12. Breve Historial sobre Todo Mundo Canta - Ney Fernandes
Revista Brasileira de Estudos da Canção

13. Ao Sábado - Blog do Elisangelo Ramos

14. Os Pilares da Música Popular Brasileira e Cabo-Verdiana: Modinha, Lundu e Morna.

15. Tradição versus inovação na música em Cabo Verde: luta de gerações, espaços ou ideias? - Gláucia Nogueira

16. Vasco Martins - Cabo Verde Ressonâncias - Trabalhos de Investigação

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Tuesday, May 28, 2013

Globais e Locais

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Somos GLOBAIS quando NÃO interessa e somos LOCAIS quando também NÃO interessa.

Discute-se a situação enconómica...mas dos anos 80, 90.
Uma paródia no Parlamento. E sobretudo uma falta de leitura. Pelo menos é a sensação que fica.

http://www.dni.gov/index.php/about/organization/national-intelligence-council-global-trends

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Palavras e Carneiros

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veja...
lá Onde...
blindagem...
...para lá de... 
...socializar... 
..recentragem... 
...é suposto... 
...expectável... 
...em sede de... 
...ganhos... 
...vamos trabalhar... 

Estas são as palavras do momento! 
Use-as ou estás fora. ...



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Encomenda Sublime

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Fim de tarde e recebo uma encomenda sublime. Um cartão pessoal, um folheto, uma partitura, um livro de poemas e o último CD.

Vasco Martins é esta forma sublime de ser.
Quanta honra. Agora é ouvir, ler e apreciar.

Um abraço de admiração, Vasco, e mantenhas do sul.

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